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SIG – UM BREVE RESUMO

1.INTRODUÇÃO

         A utilização dos dados geoespaciais de um Sistema de Informações Geográficas (SIG), atualmente, é fundamental para decisões sobre planejamento e gestão de recursos, bem como a elaboração de políticas públicas e privadas, pois facilitam a análise espacial e a tomada de decisões [1].

27052014_sig_-_camadas          Entretanto, a obtenção e a produção de dados geoespaciais consistentes e confiáveis representam a maior parte dos custos no processo de planejamento e gestão. Estes dados são produzidos por diversos atores – instituições públicas e privadas – o que ocasiona redundância nos dados e desperdício de recursos financeiros [2].

          As IDE têm se mostrado como uma excelente solução para resolver esses problemas e facilitar o acesso e o compartilhamento aos dados geoespaciais. A primeira preocupação para coloca-la em prática, se baseia em possibilitar este ambiente de interoperabilidade proposto por uma IDE.

2.DESENVOLVIMENT0

        Poveda e Vazquez em [3] conceituam IDE como uma infraestrutura necessária para o acesso, compartilhamento, troca, combinação e análise dos dados geográficas, de forma padrão e interoperável. Também consideram a necessidade de que estes dados estejam disponíveis em rede, por meio de um conjunto de sistemas que utilizam protocolos e interfaces padrões, propiciando a criação de aplicações que possam ser vistas pelo usuário como um único sistema.

     De uma maneira simplificada, apresentam uma IDE como um “SIG aberto implementado sobre a rede com tudo o que isso implica: componentes distribuídos, interfaces padrões, interoperabilidade, coordenação, acesso aos dados, capacidade de análise como objetivo, etc.” Apresentam a IDE como um elemento importante para a democratização das informações geográficos e ampliam a definição para além do tecnológico.

27052014_sig       A principal distinção entre os conceitos de SIG e IDE é que o segundo tem foco no compartilhamento de informações geográficas, estendendo sua atuação para além das fronteiras do primeiro.

3.CONCLUSÃO

     O atual paradigma da sociedade da informação e conhecimento, as economias relacionadas com a informação são cruciais para o crescimento, competitividade e emprego, garantindo aos cidadãos uma melhor qualidade de vida enquadrada numa lógica de desenvolvimento sustentável. As infra-estruturas de informação são os pilares deste novo paradigma [4].

REFERÊNCIAS:

[1] DAVIS JR., C. A.; ALVES, L. L. Infraestruturas de Dados Espaciais: Potencial para Uso Local. Revista Informática Pública, ANO 8 N1, p.14, ano 2005.

[2] RAJABIFARD, A., WILLIAMSON, I. P. Spatial Data Infrastructures: Concept, SDI Hierarchy And Future Directions. Proceedings of GEOMATICS’80 Conference, Tehran – Iran, p. 1-10. Ano 2001.

[3] Miguel Á Bernabé-Poveda e Carlos M López-Vázquez. Fundamentos de las Infraestructuras de Datos Espaciales (IDE). BibliotecaOnline SL, p. 8, 9, 10, 15, 16, 17. Ano 2012.

[4] CASTELLS, M.; HIMANEN, P. The Information Society and the Welfare State: The Finnish Model. New York, Oxford University Press, 200p. Ano 2002.

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